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Filho do Homem

Posted: 06 May 2014 03:59 AM PDT

Revive image 1

Filho do Homem

Yeshua geralmente se referia a si mesmo como o "Filho do Homem", especialmente no evangelho de Lucas. A palavra em hebraico para homem é adam – como no primeiro Adam (Adão); e em aramaico éenash – como no primeiro Enosh (Enos) (Gn 4.26). Aqui estão cinco implicações espirituais para o nome "Filho do Homem":

  1. Homem adâmico – Yeshua realmente nasceu neste mundo 2 mil anos atrás e assumiu totalmente o corpo e a natureza de um ser humano (Lucas 3.38).
  2. Autoridade terrena adâmica – os milagres que Yeshua realizou foram uma aplicação da ampla autoridade dada por Deus na criação de Adão sobre tudo o que é natural na terra (Gênesis 1.26, Mateus 9.6).
  3. Segunda raça humana – Yeshua deu início ao segundo estágio do destino de Deus para a raça humana; ele fez um paralelo ao primeiro Adão (Romanos 5.14), representando o fim daquele estágio, e começando um novo estágio de Adãos cheios do Espírito Santo e ressurretos (1 Coríntios 15.47).
  4. Rei eterno – A profecia do Messias divino recebendo um reino eterno do Ancião de Dias em Daniel 7.13 refere-se ao Messias como bar enash. Ao usar esse termo, Yeshua identifica-se como sendo a figura daquela profecia.
  5. Trono de glória – Assentado sobre o trono de Deus, acima da glória, do fogo e dos querubins, está alguém descrito como "semelhante a um homem" (Ezequiel 1.26).  Ao usar esse termo, Yeshua identifica-se como essa figura sentada em meio à plena manifestação do poder divino.

O termo "Filho do Homem" expressa toda a extensão do mistério do Messias, desde o aspecto humano até o divino.

Asher Intrater

Haredim (parte 2)

No mês de março (informativo do dia 14, sobre Restauração de todas as coisas), escrevemos sobre a enorme manifestação dos judeus ultraortodoxos (Haredim) contra os planos do governo de integrá-los ao exército e à sociedade em geral. Para muitos cristãos, especialmente aqueles que amam e oram por Israel, pode ser difícil entender como uma parte tão significativa da sociedade israelense poderia tomar uma posição tão inflexível contra o Estado de Israel. Para que você possa aprofundar a sua compreensão e orar com mais precisão, vamos continuar a examinar esse fenômeno nesta série de artigos.

Trauma Histórico

O problema começou quase 2 mil anos atrás quando o povo judeu rebelou-se duas vezes contra o domínio romano, primeiro em 68-70 d.C.(resultando na destruição do 2º Templo); e então novamente de 133 a 136 na chamada Rebelião de Bar Kochba. Em ambas as vezes, vitórias iniciais dos judeus foram revertidas por forças romanas esmagadoramente superiores. De acordo com historiadores, a carnificina da 2ª rebelião foi particularmente grave, pois por volta de um milhão de judeus foram massacrados e o restante foi levado como escravo.  A partir desse momento (136 d.C.), os judeus foram proibidos de se estabeleceram na Terra, e o nome de Israel/Judá foi mudado pelos romanos para Palestina.

Qual é a ligação disso com a manifestação de março em Jerusalém? Ambas as rebeliões, mas especialmente a segunda, foram aprovadas e encorajadas pelos principais rabinos da época. Na verdade, o Rabino Akiva, que é considerado uma das grandes figuras do judaísmo rabínico, assumiu a liderança em "ungir" o guerreiro carismático, Simon Bar Kochba, como um tipo de messias e líder da 2ª rebelião. Você consegue ver o problema? A responsabilidade pela rebelião que levou ao "holocausto" romano dos judeus de 133 a 136 d.C. pode ser colocada diretamente na porta dos próprios fundadores do judaísmo ortodoxo atual!!

Como resultado desse trauma, os rabinos das gerações seguintes fizeram um voto talmúdico: nunca mais o povo judeu deveria se rebelar contra um governo estrangeiro e atacar "o muro" que separa Israel atual do Israel da Era Messiânica. Em outras palavras, até que o Messias venha e com poder divino manifesto estabeleça um Israel Messiânico na Terra Prometida, os judeus foram religiosamente proibidos de tentar resolver a questão com as próprias mãos. É por isso que a restauração sionista moderna de Israel foi liderada principalmente por judeus mais humanistas e seculares – ao invés dos religiosos (muitos dos quais escolheram ficar na Europa onde morreram, juntamente com milhões de seguidores, nos fornos de Auschwitz!). E é por isso que, até o dia de hoje, os judeus Harediainda têm problemas com questões como o serviço militar para um Estado de Israel moderno e democrático que, claramente, ainda não é a plenitude do Israel Messiânico descrito pelos profetas bíblicos.

Todos os judeus religiosos acreditam na vinda do Messias e do seu reino terreno a partir de Jerusalém (eles oram por isso pelo menos duas vezes ao dia!). A questão não é "se", mas "quando" e, especialmente, "como"? O terrível "erro de leitura" profético dos tempos feito pelo Rabino Akiva e outros, quase 2 mil anos atrás, ainda impede que um setor enorme da comunidade judaica religiosa veja um dos grandes mistérios das Escrituras: como a vinda do Messias deve ser precedida por certos eventos históricos em tempo real. E é a partir daqui que vamos continuar a história no próximo artigo…

Ariel Blumenthal

Escolhendo as Pessoas com Quem Vamos nos Relacionar

Já que temos apenas um tempo limitado para investir numa pessoa, como podemos escolher as pessoas certas com quem construiremos nossos relacionamentos? Nesta mensagem, Asher fala a partir de Marcos 6.12 sobre como Yeshua escolheu os seus discípulos e o que podemos aprender com isso. Para assistir ao vídeo em inglês, cliqueaqui.

Pedido de Oração

A partir do último dia 2 de maio, dois membros da nossa equipe, Cody e Liat, estão em Kolding, Dinamarca ministrando numa conferência Aglow Nacional, numa congregação local e para um grupo de jovens. Por favor, ore conosco por proteção e pela saúde deles e para que sejam efetivamente usados por Deus nesta viagem.

Shavuot – Marque em seus Calendários

Junte-se a nós para a nossa 4ª Reunião de Oração anual de Shavuot (Pentecostes) durante toda a noite. Por 12 horas, começando na véspera do dia 3 de junho, 2014 (horário de Israel) vamos adorar, interceder e crer por um novo derramamento do Espírito Santo. Desta vez, será transmitido ao vivo pela internet e você não vai querer perder. Fique atento a mais informações a serem divulgadas em breve.

 

 

Fonte: ReviveIsrael

Relatos de Israel – 5 de Maio

Posted: 05 May 2014 11:06 PM PDT

relatos

1. ABBAS SE UNE COM O HAMAS – E AP CHAMA ISRAEL DE EXTREMISTA
 
Uma semana atrás o acordo de união entre o partido de Mahmoud Abbas, Fatah, e a organização terrorista Hamas em Gaza, foi assinado. Como resultado, Israel recusou-se a continuar as negociações, e os EUA ameaçaram cortar o auxílio financeiro à Autoridade Palestina (AP). Na realidade, a AP escolheu o terrorismo em vez de negociações.

Mas na terça-feira, o principal negociador da AP, Saeb Erekat, se irritou com Israel, e colocou toda a culpa do fracasso das negociações sobre o governo de Netanyahu. Ele disse que a coalizão do governo representa "a maior parte dos setores extremistas da sociedade israelense", e eles nunca consideraram "a paz como um objetivo estratégico". Erekat continuou: "Nós acreditamos que agora a comunidade internacional deve fazer o que é necessário a fim de deixar claro para Israel que a escolha de assentamentos e apartheid sobre a paz tem um custo político, jurídico e econômico".

Secretário de Estado dos EUA John Kerry, no entanto, não vai desistir das negociações. Ele pretende retomar as negociações em alguns meses, quando os partidos verem a necessidade de negociações. Ele acredita que é inevitável a solução de dois Estados, e é apenas uma questão de tempo antes dos partidos perceberem isso. Em uma declaração mais tarde ele teve que retratar; Kerry também disse que Israel teria de trabalhar para uma solução de dois Estados ou correr o risco de se tornar "um estado de apartheid".

Ministro da Economia de Israel, Naftali Bennet, respondeu a estas declarações dizendo que Israel é o único Estado do Oriente Médio que não é um Estado de apartheid. Ele disse que a solução de dois Estados não é possível, e agora é a hora de investir em soluções realistas. Ele acrescentou: "Não há uma solução perfeita, e a busca da perfeição nos leva ao desastre". Bennet quer fortalecer a economia da AP e dar os árabes palestinos total liberdade de movimento. Ao mesmo tempo ele acredita que Israel deve anexar os 60% da Judéia e Samaria (Cisjordânia), onde pouquíssimos árabes palestinos estão vivendo e onde todos os assentamentos estão localizados.

Comentário:
Bennet acredita que agora estamos entrando em um período mais realista em relação ao conflito; um período onde o foco não estará em planos grandiosos para resolver tudo de uma vez por todas, mas em pequenos passos que vão tornar a vida melhor para todos os habitantes da região. No entanto, para chegar a tal fase, a comunidade internacional terá de perceber a futilidade da solução de dois Estados.

Infelizmente, as declarações de Kerry e de Erekat provam que não é o caso. Kerry, e o resto do mundo ocidental, ainda acreditam que a solução de dois Estados é a única maneira. Não importa que por 80 anos, diferentes planos deste tipo têm sido tentados. Não importa que a AP agora escolheu o caminho do terrorismo. E não importa que a AP constantemente e consistentemente se recusa a ceder até mesmo um pouco. Kerry é um fiel forte. No entanto, seu uso da palavra "apartheid" diz muito de como ele olha para Israel. Ele parece ter adotado a versão árabe distorcida dos eventos. Com isso, Kerry pode ter perdido qualquer confiança que ele tinha com os israelenses.

A declaração de Erekat prova que há uma total falta de autocrítica por parte da AP. O fracasso das negociações, na opinião de Erekat, nada tinha a ver com as suas próprias exigências extremas, ou o fato de que eles incluíram uma das organizações cuja razão de ser é destruir Israel. Ele até sugeriu que Israel deveria estar feliz pelo acordo entre AP-Hamas porque agora teria uma autoridade sobre todas as áreas da AP. É um mistério que para uma pessoa tão desconectada da realidade é dada tanta credibilidade no Ocidente.

Em uma coisa Erekat estava certo; a interferência da comunidade internacional é necessária; mas isolar e condenar a AP, e não Israel. Alguém tem que confrontar a AP e esclarecer as coisas. Não pode ser que, por razões políticas, o Ocidente escolhe fechar os olhos e continua a financiar uma organização dedicada à destruição de Israel. Se o acordo AP-Hamas continua, a consequência deve ser a dissolução da AP. Ela executou o seu papel.

2. CURTAS DA SEMANA

Na próxima segunda-feira Israel vai comemorar os soldados caídos e vítimas de terrorismo no Dia da Lembrança. Nesta quarta-feira a pedra fundamental para um novo salão de relembrança no Monte Herzl foi colocada. O salão, com um custo estimado de 40 milhões de shekels, está previsto para ser uma das estruturas mais originais e complexas em Israel. O novo salão de relembrança terá o nome de cada soldado caído e vítima de terrorismo gravado em um tijolo com a data da sua morte. O salão será construído na forma de uma tocha, 18 metros de altura, em que a chama vai queimar durante todo o ano. A construção da complexa estrutura começará em dois meses e está previsto para terminar um ano e meio mais tarde. De acordo com os planos para o novo salão, todas as manhãs, uma cerimônia memorial será realizada para os soldados cujas vidas terminaram naquele dia. A comemoração anual da morte de um soldado será lembrada acendendo o seu nome na parede; em outra parte da sala, seu rosto vai ser projetado na parede e sua biografia lida em voz alta.

De acordo com o Departamento Central de Estatísticas (DCE) 16.884 novos imigrantes chegaram a Israel no ano de 2013. 43% deles chegaram da antiga União Soviética, principalmente da Rússia e da Ucrânia, 17% vieram da França e 13% dos Estados Unidos. Imigração aumentou 2% no ano passado. No ano passado, havia 2,1 imigrantes para cada 1.000 israelenses nativos, ao contrário de 17 imigrantes por 1.000 israelenses na década de 1990. A idade média dos imigrantes para Israel foi ligeiramente maior em 2013 do que no ano anterior.

Cactos Sabra israelense, o símbolo dos israelenses nativos está em perigo. Os arbustos de cactos no norte têm sido atacados por um parasita que é conhecido mundialmente por seu comportamento destrutivo. Os pesquisadores decidiram que era necessária uma ação imediata para conter a sua propagação e recrutaram milhares de joaninhas para salvar a espécie. Eles soltaram entre os Sabras 150.000 joaninhas predadoras para combater o parasita. O cacto foi introduzido em Israel cerca de 200 anos atrás, e agora não é só a marca de identificação característica da natureza de Israel, mas também o símbolo de um personagem de Israel – com pele espinhosa e grossa, mas delicada e doce.

3. FLASHBACK HISTÓRICO: 1947

O Rabinato Chefe do Mandato Britânico criou uma comissão para pensar em possíveis datas para um memorial anual para as vítimas do Holocausto. O comitê acredita que a data deve ser relacionado com a aniquilação da comunidade judaica de Varsóvia que, antes da guerra era de 500.000 pessoas, no que era uma forte e a segunda maior comunidade judaica do mundo (depois de Nova York).

Uma data proposta é o 8º do mês judaico de Av, pois nessa data , em 1942, os nazistas começaram a enviar os judeus de Varsóvia para os campos de extermínio. Outra é a data do levante do Gueto de Varsóvia , que começou na véspera da Páscoa, em 1943, ambas as datas são rejeitadas: Av. 8 é um dia antes de Tishá Be Av, um dia de luto pela destruição do Templo, e o feriado da Páscoa não é considerado um momento apropriado. Em dezembro de 1949, o Rabinato decreta que o Dia da Lembrança do Holocausto seria o 10º dia do mês judaico de Tevet, um dia de luto e jejum que comemora o início do cerco de Jerusalém por Nabucodonosor II da Babilônia, no século 6 a.C. O primeiro Dia de Lembrança do Holocausto tem lugar no dia 28 de dezembro de 1949, um ano e meio depois da independência de Israel. As cinzas e os ossos de milhares de judeus são trazidos do campo de concentração de Flossenbürg, perto de Munique. Eles são colocados em uma cripta, juntamente com os rolos da Torá decorados, a um cemitério de Jerusalém. Entretanto, em março de 1951, o Knesset decide assumir um papel ativo, e escolha uma nova data para Holocaust Remembrance Day. Três são propostos: novamente 10 de Tevet; Páscoa; e 01 de setembro, data em que a guerra estourou. Em Abril, o Knesset aprovou o dia 27 de Nissan, uma semana depois da Páscoa. A data é mantida até hoje. Em 1959, o Knesset aprova uma lei que estabelece oficialmente o Holocaust Memorial Day e sanciona cerimônias oficiais em todo o país, bem como um momento de dois minutos de silêncio, indicados por sirenes. Este ano, em 2014, o Dia de Lembrança do Holocausto foi na segunda-feira, 28 de abril.

Fonte: LivetsOrd

Suka News – Noticias de Abril

Posted: 05 May 2014 10:31 PM PDT

suka-newsQueridos amigos,

Estou enviando esse recadinho, em vez do típico Suka News porque meu querido computador foi passear nos EUA! J O HD dele parou de funcionar quando voltei de Nampula e tive que enviá-lo para conserto com alguns visitantes que vinham dos Estados Unidos. Graças a Deus, ele estava na garantia e o HD foi trocado sem custos. Meu irmão também conseguiu recuperar praticamente todos os dados e daqui duas semanas ele volta com mãe Ellie, líder da missão que estará pregando numa conferência em Pensacola.

Fiquei com toda minha vida "computadorífica" bagunçada nesse último mês, mas estou sobrevivendo com um computador antigo que antes ficava com os professores da missão (como não estamos tendo aulas, eles não precisam dele no momento).

Vou deixar a maioria das notícias para o próximo Suka que será feito assim que o meu baby voltar, mas queria dizer que a situação em Inhaminga está pacífica, graças a Deus e temos tido bastante trabalho apesar da escola bíblica não estar em funcionamento!

Também peço oração pois sairemos na quinta (01 de maio) para o norte, para promover uma Conferência com cerca de 170 jovens e líderes de jovens da região norte. Estamos indo com um pouco de antecedência para passarmos em Nacala e prepararmos algumas coisas para conferência. Dessa vez, será em Ribaue, uma vila cerca de 140km de Nampula, onde há uma igreja forte e vibrante! Os líderes de jovens chegarão primeiro, na segunda (dia 05) para um tempo de treinamento e ministração específica para eles. Quarta (dia 07) chegarão os demais jovens e a conferência vai até domingo (dia 11).

Logo depois, voltaremos para Inhaminga para o início da Escola de Líderança. Esse ano há mais de 20 interessados e estamos felizes em ter, mais uma vez, líderes aprendendo a Palavra no campus. Esse é um curso de 2 meses para líderes que já passaram pela escola bíblica de 6 meses e estão ativos como líderes em suas igrejas. Cremos que será um tempo muito proveitoso!

Cremos que a mão do Senhor está conosco e contamos com as orações dos irmãos em cada uma dessas empreitadas!

À serviço dEle,

Com muita alegria,

Susana Walker.

Pés Formosos » Israel

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Relatos de Israel – 5 de Maio

Posted: 05 May 2014 11:06 PM PDT

relatos

1. ABBAS SE UNE COM O HAMAS – E AP CHAMA ISRAEL DE EXTREMISTA
 
Uma semana atrás o acordo de união entre o partido de Mahmoud Abbas, Fatah, e a organização terrorista Hamas em Gaza, foi assinado. Como resultado, Israel recusou-se a continuar as negociações, e os EUA ameaçaram cortar o auxílio financeiro à Autoridade Palestina (AP). Na realidade, a AP escolheu o terrorismo em vez de negociações.

Mas na terça-feira, o principal negociador da AP, Saeb Erekat, se irritou com Israel, e colocou toda a culpa do fracasso das negociações sobre o governo de Netanyahu. Ele disse que a coalizão do governo representa "a maior parte dos setores extremistas da sociedade israelense", e eles nunca consideraram "a paz como um objetivo estratégico". Erekat continuou: "Nós acreditamos que agora a comunidade internacional deve fazer o que é necessário a fim de deixar claro para Israel que a escolha de assentamentos e apartheid sobre a paz tem um custo político, jurídico e econômico".

Secretário de Estado dos EUA John Kerry, no entanto, não vai desistir das negociações. Ele pretende retomar as negociações em alguns meses, quando os partidos verem a necessidade de negociações. Ele acredita que é inevitável a solução de dois Estados, e é apenas uma questão de tempo antes dos partidos perceberem isso. Em uma declaração mais tarde ele teve que retratar; Kerry também disse que Israel teria de trabalhar para uma solução de dois Estados ou correr o risco de se tornar "um estado de apartheid".

Ministro da Economia de Israel, Naftali Bennet, respondeu a estas declarações dizendo que Israel é o único Estado do Oriente Médio que não é um Estado de apartheid. Ele disse que a solução de dois Estados não é possível, e agora é a hora de investir em soluções realistas. Ele acrescentou: "Não há uma solução perfeita, e a busca da perfeição nos leva ao desastre". Bennet quer fortalecer a economia da AP e dar os árabes palestinos total liberdade de movimento. Ao mesmo tempo ele acredita que Israel deve anexar os 60% da Judéia e Samaria (Cisjordânia), onde pouquíssimos árabes palestinos estão vivendo e onde todos os assentamentos estão localizados.

Comentário:
Bennet acredita que agora estamos entrando em um período mais realista em relação ao conflito; um período onde o foco não estará em planos grandiosos para resolver tudo de uma vez por todas, mas em pequenos passos que vão tornar a vida melhor para todos os habitantes da região. No entanto, para chegar a tal fase, a comunidade internacional terá de perceber a futilidade da solução de dois Estados.

Infelizmente, as declarações de Kerry e de Erekat provam que não é o caso. Kerry, e o resto do mundo ocidental, ainda acreditam que a solução de dois Estados é a única maneira. Não importa que por 80 anos, diferentes planos deste tipo têm sido tentados. Não importa que a AP agora escolheu o caminho do terrorismo. E não importa que a AP constantemente e consistentemente se recusa a ceder até mesmo um pouco. Kerry é um fiel forte. No entanto, seu uso da palavra "apartheid" diz muito de como ele olha para Israel. Ele parece ter adotado a versão árabe distorcida dos eventos. Com isso, Kerry pode ter perdido qualquer confiança que ele tinha com os israelenses.

A declaração de Erekat prova que há uma total falta de autocrítica por parte da AP. O fracasso das negociações, na opinião de Erekat, nada tinha a ver com as suas próprias exigências extremas, ou o fato de que eles incluíram uma das organizações cuja razão de ser é destruir Israel. Ele até sugeriu que Israel deveria estar feliz pelo acordo entre AP-Hamas porque agora teria uma autoridade sobre todas as áreas da AP. É um mistério que para uma pessoa tão desconectada da realidade é dada tanta credibilidade no Ocidente.

Em uma coisa Erekat estava certo; a interferência da comunidade internacional é necessária; mas isolar e condenar a AP, e não Israel. Alguém tem que confrontar a AP e esclarecer as coisas. Não pode ser que, por razões políticas, o Ocidente escolhe fechar os olhos e continua a financiar uma organização dedicada à destruição de Israel. Se o acordo AP-Hamas continua, a consequência deve ser a dissolução da AP. Ela executou o seu papel.

2. CURTAS DA SEMANA

Na próxima segunda-feira Israel vai comemorar os soldados caídos e vítimas de terrorismo no Dia da Lembrança. Nesta quarta-feira a pedra fundamental para um novo salão de relembrança no Monte Herzl foi colocada. O salão, com um custo estimado de 40 milhões de shekels, está previsto para ser uma das estruturas mais originais e complexas em Israel. O novo salão de relembrança terá o nome de cada soldado caído e vítima de terrorismo gravado em um tijolo com a data da sua morte. O salão será construído na forma de uma tocha, 18 metros de altura, em que a chama vai queimar durante todo o ano. A construção da complexa estrutura começará em dois meses e está previsto para terminar um ano e meio mais tarde. De acordo com os planos para o novo salão, todas as manhãs, uma cerimônia memorial será realizada para os soldados cujas vidas terminaram naquele dia. A comemoração anual da morte de um soldado será lembrada acendendo o seu nome na parede; em outra parte da sala, seu rosto vai ser projetado na parede e sua biografia lida em voz alta.

De acordo com o Departamento Central de Estatísticas (DCE) 16.884 novos imigrantes chegaram a Israel no ano de 2013. 43% deles chegaram da antiga União Soviética, principalmente da Rússia e da Ucrânia, 17% vieram da França e 13% dos Estados Unidos. Imigração aumentou 2% no ano passado. No ano passado, havia 2,1 imigrantes para cada 1.000 israelenses nativos, ao contrário de 17 imigrantes por 1.000 israelenses na década de 1990. A idade média dos imigrantes para Israel foi ligeiramente maior em 2013 do que no ano anterior.

Cactos Sabra israelense, o símbolo dos israelenses nativos está em perigo. Os arbustos de cactos no norte têm sido atacados por um parasita que é conhecido mundialmente por seu comportamento destrutivo. Os pesquisadores decidiram que era necessária uma ação imediata para conter a sua propagação e recrutaram milhares de joaninhas para salvar a espécie. Eles soltaram entre os Sabras 150.000 joaninhas predadoras para combater o parasita. O cacto foi introduzido em Israel cerca de 200 anos atrás, e agora não é só a marca de identificação característica da natureza de Israel, mas também o símbolo de um personagem de Israel – com pele espinhosa e grossa, mas delicada e doce.

3. FLASHBACK HISTÓRICO: 1947

O Rabinato Chefe do Mandato Britânico criou uma comissão para pensar em possíveis datas para um memorial anual para as vítimas do Holocausto. O comitê acredita que a data deve ser relacionado com a aniquilação da comunidade judaica de Varsóvia que, antes da guerra era de 500.000 pessoas, no que era uma forte e a segunda maior comunidade judaica do mundo (depois de Nova York).

Uma data proposta é o 8º do mês judaico de Av, pois nessa data , em 1942, os nazistas começaram a enviar os judeus de Varsóvia para os campos de extermínio. Outra é a data do levante do Gueto de Varsóvia , que começou na véspera da Páscoa, em 1943, ambas as datas são rejeitadas: Av. 8 é um dia antes de Tishá Be Av, um dia de luto pela destruição do Templo, e o feriado da Páscoa não é considerado um momento apropriado. Em dezembro de 1949, o Rabinato decreta que o Dia da Lembrança do Holocausto seria o 10º dia do mês judaico de Tevet, um dia de luto e jejum que comemora o início do cerco de Jerusalém por Nabucodonosor II da Babilônia, no século 6 a.C. O primeiro Dia de Lembrança do Holocausto tem lugar no dia 28 de dezembro de 1949, um ano e meio depois da independência de Israel. As cinzas e os ossos de milhares de judeus são trazidos do campo de concentração de Flossenbürg, perto de Munique. Eles são colocados em uma cripta, juntamente com os rolos da Torá decorados, a um cemitério de Jerusalém. Entretanto, em março de 1951, o Knesset decide assumir um papel ativo, e escolha uma nova data para Holocaust Remembrance Day. Três são propostos: novamente 10 de Tevet; Páscoa; e 01 de setembro, data em que a guerra estourou. Em Abril, o Knesset aprovou o dia 27 de Nissan, uma semana depois da Páscoa. A data é mantida até hoje. Em 1959, o Knesset aprova uma lei que estabelece oficialmente o Holocaust Memorial Day e sanciona cerimônias oficiais em todo o país, bem como um momento de dois minutos de silêncio, indicados por sirenes. Este ano, em 2014, o Dia de Lembrança do Holocausto foi na segunda-feira, 28 de abril.

Fonte: LivetsOrd

Relatos de Israel

Posted: 05 May 2014 04:08 AM PDT

relatos

1. CONDIÇÕES IMPOSSÍVEIS DE ABBAS PARA NEGOCIAÇÕES CONTÍNUAS
 
Na terça-feira, o líder da Autoridade Palestina (AP), Mahmoud Abbas, estabeleceu três condições a fim de concordar com uma extensão das negociações de paz. Primeiro, ele exigiu que Israel libertasse o último grupo de cerca de 30 terroristas, incluindo árabes israelenses. Em segundo, ele exigiu uma parada completa na construção nos assentamentos e, finalmente, ele exigiu que as fronteiras sejam o primeiro tópico para decidir se as negociações continuam. 

Oficiais do governo israelense responderam dizendo que essas condições revelam que Abbas não está interessado na paz: "Alguém que quer a paz não apresenta repetidas vezes condições que ele sabe que Israel não pode aceitar".

Enquanto isso, Abbas mais uma vez disse que vai desmantelar a AP e dar a chave da Mukata (sede da AP em Ramallah) para Israel. Mas, ao mesmo tempo, a AP está seguindo em frente com seu plano de receber o reconhecimento internacional da ONU e de outros órgãos e também tentando reconciliar com o Hamas em Gaza.

O ministro da Economia Naftali Bennet do partido Bayit Ha-Yehudi reagiu desta forma às ameaças de Abbas: "Estamos ouvindo de novo e de novo o refrão da mesma ameaça que se nós não avançarmos, se não dermos o que ele quer então ai de nós, ele vai desmantelar a AP. Sugiro a Abbas, se você for atirar, então atire, não fale."

No momento não está claro o que vai acontecer quando o prazo de nove meses expirar na terça-feira. Os EUA estão pondo esforços para garantir a continuação das conversações, mas as frentes endureceram.

Comentário:
O comportamento da AP nos últimos dias é tanto confuso e consistente quanto o comportamento anterior. É confuso, já que por um lado eles ameaçam desmantelar a autoridade enquanto ao mesmo tempo intensificam sua campanha internacional para buscar reconhecimento e desacreditar Israel. No entanto, esta ameaça, se ela deve ser chamada assim, não é grave. Os salários da liderança da AP e de uma porcentagem enorme da população são diretamente ou indiretamente financiados por dinheiro de doações dado à AP. Desmantelar a AP poderia facilmente causar anarquia e ameaçar não só a economia da liderança, mas até mesmo as vidas de suas famílias. Em suma, eles têm muito a perder. A ameaça é uma arma vazia.

No entanto, o comportamento da AP também é consistente com o que o Fatah, a OLP e a AP tem representado desde o começo, em 1964; exigências extremas e ataques a Israel. Enquanto ainda se recusa a reconhecer Israel como um Estado judeu, a AP exige que Israel deixe a Judéia e Samaria (Cisjordânia) e mais uma vez divide Jerusalém.

Quando Israel se recusa a discutir fronteiras em primeiro lugar na lista, não é porque Netanyahu ama colocar obstáculos no processo. Pelo contrário, é porque a questão das fronteiras afeta tanto outros aspectos. Se o suposto Estado palestino futuro for se recusar a reconhecer Israel como Estado judeu e se recusar a ser desmilitarizada, poderia, no final, constituir uma ameaça militar para Israel. Israel irá, portanto, precisar de mais território para garantir sua segurança. Então, essas outras questões tem que ser decididas antes de ser possível falar de fronteiras.

Além disso, Israel não vai, não pode, e não deve aceitar a afirmação da AP de que a construção na parte oriental de Jerusalém – i.e Jerusalém histórica que serviu como capital apenas para os judeus, e teve uma maioria judaica desde 1850 – seja ilegal. Israel considera Jerusalém totalmente uma parte de Israel e assim por motivos históricos, legais e morais. Os argumentos a favor da posse israelense da Jerusalém Oriental são mais fortes do que qualquer argumento que pode ser levantado em favor de outro povo.

Finalmente, o possível desmantelamento da AP não é uma ideia tão ruim afinal. Desde o seu estabelecimento em 1993, as perspectivas para a paz entre Israel e os árabes palestinos só diminuiu. A AP funciona como um porta-voz político e diplomático para continuar a luta contra Israel – mas agora baseado principalmente em meias verdades, mentiras e propaganda em vez de balas e bombas. Como resultado, Israel é agora considerado uma ameaça para a paz mundial e uma potência ocupante imoral. Estas alegações não têm fundamento na realidade, seja qual ela for. Mas parece que o mundo acredita no que ele quer acreditar. Um desmantelamento da AP irá remover a principal fonte de incitação e pode de fato trazer a paz para mais perto.

2. FECHAR OU ABRIR O MONTE DO TEMPLO

Durante o feriado da Páscoa judaica, os muçulmanos começaram tumultos no Monte do Templo várias vezes. A forma padrão de fazer isso é para assediar os visitantes do local que não são muçulmanos, a atirar pedras sobre eles e sobre os adoradores no Muro das Lamentações praça abaixo. Tropas de choque da polícia israelense imediatamente fecharam a única porta para o Monte do Templo que é aberta para os não-muçulmanos, enquanto eles lidam com os manifestantes.

Ultimamente, as regras estabelecidas pela autoridade muçulmana sobre o Monte do Templo, Waqf, a respeito do modo adequado de os visitantes não muçulmanos vestirem-se tornou-se mais rigorosa. Isto levou a um aumento da tensão, especialmente porque quando os judeus visitam o local, são convidados a remover a cobertura da cabeça, o kipá. O Waqf há muito tempo proibiu não-muçulmanos de rezar no Monte, bem como de carregar bíblias, cruzes e outros objetos religiosos consigo.

Comentário
Israel é um país com liberdade de culto, e o Monte do Templo é um lugar sagrado para as três religiões monoteístas. O estado normal das coisas, tendo em conta estas duas condições prévias, seria abrir todos os portões para a entrada de todos e permitir que todos adoram lá. Entretanto, uma vez que Israel está tentando evitar atritos, apenas um portão é aberto para os não-muçulmanos e os tempos de entrada para estes são extremamente limitados. Além disso, e ao contrário da lógica, quando os muçulmanos amotinam-se, apenas os muçulmanos ficam autorizados a entrar na Montanha. Em outras palavras, tumultuar dá aos muçulmanos uma recompensa. A resposta deve ser o oposto: abrir o Monte do Templo para todos.

3. CURTAS DA SEMANA

Na segunda-feira pela manhã, sete foguetes foram disparados de Gaza contra Israel. Pelo menos dois foguetes caíram na cidade de Sderot, no sul de Israel. Um deles, por pouco, não atingiu uma sinagoga repleta de fiéis no último dia de Páscoa. Em um incidente separado que aconteceu segunda-feira em torno de 7 horas da manhã, um foguete RPG foi disparado por uma célula terrorista na Faixa de Gaza em um grupamento da IDF que fazia uma patrulha de rotina em veículos blindados ao longo do lado israelense da cerca da fronteira de Gaza, no sul da Faixa. Nenhum dos soldados foi ferido e nenhum dano foi causado. A Força Aérea de Israel atingiu três alvos terroristas na Faixa de Gaza, em resposta. Até agora, um total de 100 foguetes foram disparados de Gaza contra o sul de Israel desde o início de 2014.

Arqueólogos israelenses descobriram cinzel de pedreiro, que pode ter sido usado pelos construtores do Muro das Lamentações, em Jerusalém, escreve o Haaretz. Eli Shukron, arqueólogo que trabalha para a Autoridade de Antiguidades de Israel (sigla em inglês IAA), encontrou o cinzel no verão passado ao escavar na base inferior do Muro Ocidental, ao sul do pátio do Muro das Lamentações. O cinzel de metal, do tipo utilizado para esculpir em pedra, foi encontrado no túnel de drenagem. Tem 15 centímetros de comprimento e sua cabeça tornou-se achatado por ser golpeado repetidamente sobre a rocha. Shukron suspeita que fosse de um construtor que trabalhasse em um dos níveis mais altos da parede, que caiu e não ode ser recuperado. “Eu não tenho dúvida de que ele pertence ao tempo em que o muro foi construído”, disse Shukron. “Descobrimos que, na base do Muro Ocidental, cerca de seis metros abaixo da rua principal de Jerusalém na época do Segundo Templo. As moedas que encontramos na área, além dos objetos de cerâmica, também indicam que ele estava no momento em que o Oeste da muralha foi construído. O próprio cinzel foi encontrado dentro dos escombros de lascas de pedras que caíram do trabalho dos pedreiros que trabalhavam nas rochas que compõem o muro das Lamentações”. O IAA não comentou o achado ainda, pois aguarda os resultados dos testes do material .

De acordo com o Ministério da Absorção, em 2014 a imigração de judeus vindos do Brasil aumentou mais de 100 por cento em relação ao ano de 2013. Os novos imigrantes disseram que a segurança e a oportunidade de estar mais perto da religião judaica foram razões para a mudança. Estima-se que algo como 95.000 judeus vivam no Brasil, a maioria deles vive na cidade de São Paulo. Mais de 11.000 pessoas fizeram Aliyah do Brasil para Israel desde que o Estado judeu foi criado em 1948.

Fonte: LivetsOrd

Israel e as Nações

Posted: 05 May 2014 04:05 AM PDT

revive isarel

Israel e as Nações

Exílio e Redenção
Há um mistério profundo que percorre toda a Escritura a respeito do relacionamento entre Israel e as Nações.

A aliança de Deus começou com Noé a favor de todas as nações, e depois foi transferida para Israel através de Sem e Abraão.  Abraão morava em Ur dos Caldeus (antigo Iraque) e imigrou para a terra de Canaã. O chamado de Abraão era para abençoar as nações da terra e, por sua vez, elas abençoariam a sua família (Gênesis 12.3).

Jacó nasceu na terra de Canaã, mas foi "exilado" para a casa do seu tio Labão na Síria. José foi rejeitado por seus irmãos e passou a sua vida como um líder dos egípcios. Moisés nasceu e foi criado no Egito como um príncipe egípcio. Anos mais tarde, ele conduziu os israelitas (e uma multidão mista de gentios) para o deserto, onde ele estabeleceu o sacerdócio levítico, que separava Israel das outras Nações.

Josué conquistou a terra e, depois, Davi e Salomão estabeleceram o reino. A nação foi para o exílio na Assíria (722 a.C.) e na Babilônia (586 a.C.), e voltou a ser reunida mais tarde para restaurar Jerusalém (516 a.C.). Posteriormente, foram conquistados pelos gregos (330 a.C.) e romanos (63 a.C.), e depois exilados para as Nações novamente (70 d.C.), uma geração após a ressurreição de Yeshua. A reunificação moderna do Estado de Israel começou em 1881, culminando com a independência nacional em 1948, depois de quase 2 mil anos de exílio.

O tema de espalhar e reunir, (exílio e redenção – em hebraico "Galut" e "Geulah") é tão central para a visão judaica do reino (Mateus 1.17) quanto a morte e ressurreição de Yeshua são fundamentais para a visão cristã da salvação. As duas ideias vão se sobrepondo no plano de Deus (por exemplo, dois dias são como dois mil anos). Os profetas viram a ressurreição dos mortos e o reajuntamento de Israel como um único evento (Ezequiel 37).

Raabe e Rute, mulheres gentias, deram à luz a semente do Messias judeu (Mateus 1.5). Jonas, o profeta nacionalista (2 Reis 14.25), foi enviado contra sua vontade numa missão para a  Assíria. Paulo (Saulo), um rabino ultraortodoxo, tornou-se o fundador da Igreja gentílica. Ele escreveu sobre esse mistério (Efésios 2.11- 3.6), e chamou os cristãos gentios para serem enxertados em Israel (Romanos 11.17-25).

Judeu e Gentio
O mistério dos judeus e gentios continua até o livro de Apocalipse, onde aparecem os 144 mil das tribos de Israel (Apocalipse 7.4) ao lado da incontável multidão de todas as nações (Apocalipse 7.9). Até a Jerusalém celestial contém os nomes das tribos de Israel escritos em suas portas (Ap 21.12).

A palavra "Goy" em hebraico possui dois significados: um positivo (nação, povo), e um negativo (gentio, pagão). Quando um "Goy" recebe o Messias judeu pela Nova Aliança, ele continua a ser um membro do seu próprio grupo étnico, porém não é mais um pagão.  [Eu prefiro me referir à Igreja "Gentílica" (ecclesia) como Igreja "internacional" (e não gentia) para evitar esse mal-entendido.]

O mistério de Israel e das Nações é eternamente profundo (Romanos 11.33). O relacionamento dinâmico entre eles é tão fundamental quanto aquele que existe entre um homem e uma mulher, ou entre o céu e a terra. Há um equilíbrio espiritual entre os dois, como o que existe entre polos elétricos, positivos e negativos, ou numa equação química.

Talvez esse mistério esteja ligado à própria natureza de Yeshua, que é tanto o Filho de Deus quanto o filho de Davi; o rei de Israel e o cabeça da Igreja. Sua natureza dupla é refletida na dualidade do relacionamento entre Israel e as Nações.

Asher Intrater

Reagindo Corretamente a Maus Tratos

O que fazemos quando somos feridos por alguém? Nesta mensagem, Asher fala sobre Mateus 18 e ressalta o nosso chamado para o amor e o perdão nos relacionamentos. Nesse chamado, está incluído: "Não fofocarás". A fofoca causa quase que um "assassinato" ao caráter de outra pessoa quando falamos pelas suas costas numa tentativa de nos justificarmos e apontarmos o seu erro. Para assistir ao vídeo em inglês, clique AQUI!

Acampamento de Páscoa – Katzir

O último acampamento, o primeiro de 2014, aconteceu entre os dias 7 e 10 de abril. O acampamento foi realizado no Deserto do Negev e o tema era "No Altar". Teve a participação de 84 jovens de aproximadamente 25 congregações de Israel.

Houve ensinamentos e discussões abordando os seguintes tópicos:

  • Oferecer-se no altar e viver livre das correntes do pecado (por Eitan Shishkoff).
  • Ficar mais consciente do nosso comportamento como cristãos numa sociedade secular (por Moti Vaknin).
  • Fortalecer nos jovens o entendimento de que o sacrifício de Yeshua nos libertou do pecado e da morte (por Youval Yanay).

No segundo dia, fizemos uma caminhada pelo deserto próximo à Cratera de Ramon e descemos de rapel pela lateral de um penhasco. Foi muito divertido e proporcionou uma ótima experiência para os jovens criarem vínculos.

Pelos testemunhos dados na última reunião do acampamento, muitos dos jovens foram tocados pela palavra e pelo amor de Deus! Muitos ficaram comovidos pelos ensinamentos, foram impactados pelos orientadores e se sentiram muito valorizados pela liderança do acampamento. Sobretudo, eles sentiram a proximidade com Deus.

Estamos com grande expectativa pelo nosso acampamento de verão de 10 dias que acontecerá em julho. Pedimos que ore em favor isso.

Vanessa Ben Moshe

Respondendo às Objeções dos Rabinos a Yeshua nº1

Eitan e Moti são seguidores judaico-israelenses de Yeshua que estão fartos das organizações antimissionários e das mentiras dos rabinos sobre Jesus e decidiram refutá-los em público, com muito humor! Para assistir (com legendas em inglês), clique AQUI!

 

Fonte: ReviveIsrael

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- Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo. Lucas 6:38