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Pés Formosos » Israel

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Relatos de Israel – 15 de Maio

Posted: 16 May 2014 06:11 AM PDT

relatos

 

 

1. OS VERDADEIRAMENTE MODERADOS, POR FAVOR, SE APRESENTEM
 
Após o seu acordo, três semanas atrás, o Hamas e o Fatah continuam seus esforços para construir um governo unitário. Um progresso enorme foi feito, eles dizem, e as esperanças são de que, ao final de maio, um governo conduzido pelo atual líder da Autoridade Palestina (AP), Mahmoud Abbas, tomará lugar. Este, alegadamente, será um governo de tecnocratas sem filiação política. 

Entretanto, também há complicações no caminho a um governo unitário. O Hamas não está confortável com a ideia de uma Autoridade Palestina mais conduzida pelo Fatah que continuaria a aprisionar membros do Hamas na Judeia e Samaria (Cisjordânia).

No meio tempo, Jibril Rajoub, chefe do Comitê Olímpico da Autoridade Palestina e da seleção de futebol, trabalha para implementar sanções contra Israel. De acordo com Rajoub, Israel está se comportando "como o vizinho chato" e não está permitindo liberdade de locomoção para jogadores de futebol da Autoridade Palestina. Israel até mesmo aprisionou alguns dos jogadores, ele disse.

Comentário:
De certa forma, a unidade entre o Hamas e o Fatah é um desenvolvimento positivo porque ele expõe a verdadeira natureza do Fatah. O Hamas é definido como uma organização terrorista por ambos EUA e União Europeia. Eles são um ramo da organização fundamentalista islâmica "Irmandade Muçulmana", do Egito. Seu slogan é que o "Islã é a solução" e que o seu método é a jihad em todas as suas formas, incluindo violência e terror. O objetivo específico do Hamas é a jihad contra Israel e a sua missão repetidamente fala sobre "abolir" os Sionistas.

O Fatah tem tentado se apresentar como mais moderado, e tem feito isso falando com duas línguas; uma mensagem em árabe, em nada diferente da mensagem do Hamas, e uma mensagem forjada para a audiência ocidental, cujo tom é mais moderado, mas sempre repleta de condições e interpretações peculiares. Entretanto, o estatuto do Fatah também fala sobre a "erradicação da existência sionista". O discurso dúplice não engana ninguém – exceto aqueles que aceitam ser enganados.

Com o acordo de união, as linhas estão bem mais claras. Agora está óbvio perante todos que o Hamas e o Fatah são pedaços do mesmo bolo quando se trata do seu ponto de vista sobre Israel. Sim, seus métodos são diferentes, mas o resultado é o mesmo. Por isso, descrever o Fatah, hoje, como um movimento mais moderado, se tornou bem mais difícil, até mesmo impossível.

Nesse contexto, o chamado de Rajoub para sanções contra Israel se tornou absurdo. A Autoridade Palestina representa a política de erradicação de Israel, e Rajoub quer que o mundo puna a Israel. Mas, novamente, ninguém é realmente enganado por este jogo duplo; exceto aqueles que escolhem ser enganados.

2. PESQUISA LAD: UM EM CADA QUATRO É ANTISSEMITA

De acordo com uma pesquisa divulgada na terça-feira, mais de um bilhão de pessoas ao redor do mundo são antissemitas. Ou seja, uma em cada quatro pessoas no globo abriga ódio aos judeus. A pesquisa foi realizada pela Liga Anti-Difamação (LAD) e é baseada em respostas de 53.100 pessoas em 102 países e territórios. Os números variam muito de país para país, com os países árabes recebendo os números mais altos. A Autoridade Palestina pontuou (não inesperadamente) o mais alto com 92% da população mantendo atitudes antissemitas, enquanto Laos teve a pontuação mais baixa, com 0,2%.

Aos entrevistados foram feitas onze perguntas com base em estereótipos dos judeus, como o poder judaico, lealdade, dinheiro e comportamento. Se eles respondessem positivamente a seis ou mais destes, eram considerados de manter atitudes antissemitas.

O Diretor Nacional da LAD, Abraham Foxman, comentou sobre a pesquisa: "Pela primeira vez temos uma noção real de quão ocupante e persistente o antissemitismo é hoje em todo o mundo. Os dados do Índice Global 100 nos permite olhar para além de incidentes antissemitas e da retórica e quantificar a prevalência de atitudes antissemitas em todo o mundo. Podemos agora identificar lugares populares, bem como países e regiões do mundo onde o ódio aos judeus é essencialmente inexistente".

Descobertas interessantes são que os países de maioria protestante tem uma pontuação mais baixa em comparação com outros países que têm uma maioria religiosa. Países de língua inglesa têm uma média de 13%, que é muito menor do que a média global, de 26%. O país do Oriente Médio com as menores inclinações antissemitas é o Irã, com 56%. Setenta e quatro por cento dos entrevistados nunca conheceram um judeu, e 28% não tem atitudes antissemitas de nenhuma maneira de acordo com a pesquisa.

Os países com o menor nível de atitudes antissemitas, de acordo com a pesquisa, foram Laos (0,2%), Filipinas (3%) e Suécia (4%). Outros países de interesse: Reino Unido 8, Dinamarca e Estados Unidos 9, Noruega e Finlândia 15, Brasil 16, Itália 20, Estônia 22, Alemanha 27, Rússia 30, Polónia 45, e Grécia 69.

Comentário:
Fazer pesquisas é difícil. O resultado é muito dependente das perguntas feitas, em definições, e na metodologia. A pesquisa LAD já foi questionada por estudiosos que acreditam que a metodologia escolhida dá uma visão exagerada do nível de antissemitismo. E enquanto eles, talvez, tenham razão que a pesquisa deve ser interpretada por ponto de vista, o panorama não pode ser negado. Pessoas ao redor do mundo apresentam atitudes e opiniões dos judeus que não se encontram sobre quaisquer outros povos na mesma escala.

Os argumentos utilizados para justificar tais atitudes variam, às vezes religiosa, às vezes econômica, às vezes cultural ou outra. E é por isso que o antissemitismo se torna tão difícil de explicar; ele desafia a lógica. A animosidade, e até mesmo o ódio, em relação aos judeus não pode ser explicada, compreendida, ou justificada. Ele só precisa ser extirpado! É assustador que apenas uma geração após a maior explosão de antissemitismo de todos os tempos, essas atitudes são tão prevalentes. A comunidade mundial tem alguns esforços educacionais sérios a fazer. Mas, sem desarraigar o antissemitismo entre a geração adulta, essa educação será um esforço inútil.

3. CURTAS DA SEMANA

As forças de segurança de Israel aterrissaram na Nigeria para auxiliar na busca pelas 300 garotas cristãs recentemente sequestradas pelo grupo islâmico extremista Boko Haram. Os líderes do Boko Haram afirmam que as moças serão mantidas e continuamente serão forçadas a se converterem ao Islã até que membros do grupo, feitos prisioneiros, sejam libertados pelo governo nigeriano.

O presidente nigeriano Jonathan Goodluck rejeitou a demanda, e se voltou para a comunidade internacional para pedir auxílio. Israel foi rápido ao responder ao chamado. "Israel expressa seu profundo choque com o crime contra essas meninas", diz uma declaração do Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu. "Nós estamos prontos para ajudar a encontrar as meninas e a combater o cruel terrorismo que está sendo perpetrado." Foi relatado que, no momento, as forças de Israel estão auxiliando a reunir inteligência e a guiar as forças nigerianas sobre como se equipar melhor para a ameaça do Boko Haram. Alguns comentadores de rádio Israelenses também sugeriram que forças especiais israelenses possam tomar parte em operações de reconhecimento e combate.

O número de judeus franceses imigrando para Israel cresceu quase quatro vezes no primeiro trimestre do ano. De acordo com a Agência Judia, 1.407 pessoas deixaram a França em direção a Israel entre Janeiro e Março em comparação com 353 pessoas um ano antes.  Ariel Kandel, Chef do departamento francês da Agência Judia disse que se o ritmo atual continuar haverá mais de 5.000 franceses se mudando para Israel esse ano – algo que jamais aconteceu desde a sua criação em 1948. As principais razões para o crescimento dos números são "um clima de antissemitismo" e a situação econômica predominantemente obscura na França. A comunidade judaica francesa está com cerca de 500.000 membros, uma das maiores na Europa.

Na última semana, uma jovem paramédica das FDI, Noga Erez, recebeu o Prêmio Presidencial pela Excelência por tratar feridos sírios em um hospital de campo nas Colinas de Golã. As FDI construiu um hospital de campo nas Colinas de Golã no ano passado, após cada vez mais sírios atingidos no conflito começarem a alcançar a fronteira israelense em busca de tratamento. Dúzias foram evacuadas pelas forças de segurança de Israel para o Hospital de Safed, mas o influxo de vítimas levou à criação de um posto militar equipado para tratar diversas condições e feridas. Quando foi primeiramente construído, a existência do hospital foi mantida em segredo, mesmo assim, vem tratando centenas de cidadãos sírios. Lá são tratados pacientes sírios que cruzam as fronteiras a despeito de seu credo — ou de a quem quer que sejam leais. As equipes médicas das FDI alocadas nas Colinas de Golan lhes oferecem o primeiro tratamento. Aqueles que se recuperam suficientemente são enviados para além da fronteira e aqueles que requerem tratamento adicional são evacuados para o hospital principal. Nesse caminho, o hospital trata cerca de cem sírios por mês. Erez diz que a experiência no hospital de campo "mostra que somos todos humanos". Ela acrescentou que o hospital, onde soldados como ela sentem-se como "fazendo história" também deveria servir como um exemplo às futuras gerações.

Fonte: LivetsOrd

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- Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando, vos deitarão no vosso regaço; porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo. Lucas 6:38